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À pedido do Presidente Bolsonaro, compartilho aqui uma música para reflexão.

Quando o ronco feroz do carro pipa, cobre a força do aboio do vaqueiro
Quando o gado berando no terreiro, se despede da vida do peão
Quando verde eu procuro pelo chão, não encontro mais nem mandacaru
Dá tristeza ter que viver no sul, pra morrer de saudades do sertão

Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente,
Mas, tem mão boba enganando a gente, secando o verde da irrigação
Não! Eu não quero enchentes de caridade, só quero chuva de honestidade
Molhando as terras do meu sertão

Eu pensei que tivesse resolvida, essa forma de vida tão medonha
Mas, ainda me matam de vergonha, os currais, coronéis e suas cercas
Eu pensei nunca mais sofrer da seca, no nordeste do século vinte e um
Onde até o voo troncho de um anum, fez progressos e teve evolução

Israel é mais seco que o nordeste, no entanto se veste de fartura
Dando força total a agricultura, faz brotar folha verde no deserto
Dá pra ver que o desmando aqui é certo, sobra voto, mas, falta competência

Pra tirar das cacimbas da ciência, água doce que serve a plantação



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  1. Dia virá em que todos os currais eleitorais do nordeste serão postos por terra, os políticos desonestos não terão mais chance de sobreviver e o povo sofrido hasteará sobre essa terra calcinada a bandeira da liberdade e do progresso.

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